segunda-feira, 6 de junho de 2011

"Flint - O Cão Que Mudou a Minha Vida" de Stanley Soren




«No Natal, aquela que viria a tornar-se minha mulher comprou-me um cão. No Natal seguinte ofereceu-me uma caçadeira. A maior parte dos meus familiares acredita que estes dois presentes estão relacionados.» Flint tem a coragem de um leão. O facto de ser um cão pequeno não o impede de defender a sua casa com a determinação de um rei. Flint é generoso. Depois de ter assumido a missão de exterminar os pequenos ratos que se multiplicavam pela cave, decidiu provar o seu amor da única forma que se lembrou: depositando um produto morto da sua conquista - um rato - no peito da sua dona adormecida. Flint é uma espécie de alma gémea do seu dono. Desde que se lembra de existir, e até antes disso, Stanley viveu rodeado de cães de várias raças, mas nenhum o tocou e comoveu como Flint, que entrou na sua vida como um pequeno furacão e o inspirou a escrever este livro. Porque um cão é muito mais do que um simples animal de quatro patas, Flint é um livro para rir e chorar. Vai ajudá-lo a ser um melhor dono, a treinar o seu companheiro canino e a encarar a vida com mais sentido de humor. «Uma maravilhosa mistura entre a experiência pessoal e o conhecimento científico sobre cães do psicólogo e treinador Stanley Coren (...) que tem muito para nos ensinar.» ('O: The Ophra Magazine')

terça-feira, 31 de maio de 2011

"O Cãozinho Que Chegou No Natal" de Megan Rix


Megan não tinha muitas ilusões sobre o amor... até ao dia em que conheceu Ian. Colegas de um curso de teatro, sentiram de imediato que havia algo de especial entre eles. Daí a casarem-se foi um pequeno passo. Só mais tarde, porém, se aperceberam de que havia um terrível problema: não conseguiam ter filhos. Tentaram de tudo, ao longo de meses. E a cada nova ida ao médico mais se deixavam abater pela triste realidade: tinham mais de 40 anos, e não iriam concretizar o sonho de ser pais. Um dia, contudo, numa viagem ao Japão, Megan cuidou de um cãozinho por algumas horas, e senti-lo no colo foi uma revelação. De volta a Inglaterra, começou a tomar conta de cães para uma instituição de caridade. Ficava com eles seis meses, treinava-os, amava-os... E depois tinha de os entregar. Foi assim que conheceram Emma, por quem se apaixonaram perdidamente, e Freddy, outra encantadora e travessa bolinha de pêlo. E a cada novo companheiro, e a cada nova paixão, mais cruel se tornava o momento da despedida. Megan Rix tinha o coração destroçado. Até que um dia, em vésperas de Natal, chegou a casa a adorável Traffy... O Cãozinho que Chegou no Natal é a história comovente e real de duas almas gémeas, que quase perderam a esperança. E que descobriram, numa «menina» de quatro patas, numa coisinha minúscula e caprichosa, toda a família que tanto procuravam.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

"Para a Minha Irmã" de Jodi Picoult






Os Fitzgerald são uma família como tantas outras e têm dois filhos, Jesse e Kate. Quando Kate chega aos dois anos de idade é-lhe diagnosticada uma forma grave de leucemia. Os pais resolvem então ter outro bebé, Anna, geneticamente seleccionada para ser uma dadora perfeitamente compatível para a irmã. Desde o nascimento até à adolescência, Anna tem de sofrer inúmeros tratamentos médicos, invasivos e perigosos, para fornecer sangue, medula óssea e outros tecidos para salvar a vida da irmã mais velha. Toda a família sofre com a doença de Kate. Agora, ela precisa de um rim e Anna resolve instaurar um processo legal para requerer a emancipação médica - ela quer ter direito a tomar decisões sobre o seu próprio corpo.

Sara, a mãe, é advogada e resolve representar a filha mais velha neste julgamento. Em Para a Minha Irmã muitas questões complexas são levantadas: Anna tem obrigação de arriscar a própria vida para salvar a irmã? Os pais têm o direito de tomar decisões quanto ao papel de dadora de Anna? Conseguimos distinguir a ténue fronteira entre o que é legal e o que é ético nesta situação? A narrativa muda de personagem para personagem de modo que o leitor pode escutar as vozes dos diferentes membros da família, assim como do advogado e da tutora ad litem, destacada pelo tribunal para representar Anna.

domingo, 22 de maio de 2011

"Ninguém Escreve Ao Coronel" de Gabriel Garcia Márquez




Ninguém Escreve ao Coronel (El coronel no tiene quien le escriba) foi um dos primeiros contos a serem escritos por Gabriel García Márquez, publicado no final de 1961.

O Coronel foi um dos muitos oficiais da revolução, e por isso passa anos esperando a chegada de uma carta que iria anunciar a sua tão esperada pensão. Enquanto ele espera, a sua vida vai passando. A sua mulher tem uma doença respiratória e ambos vivem numa extrema pobreza. O seu filho morre e deixa como herança um galo de briga, que se torna a única esperança - além da tão esperada carta - de pagar suas dívidas e conseguir alimento para a família.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Afastada

Andei um pouco afastada do blog... vou tentar continuar a blogar...