domingo, 21 de agosto de 2011

"Viagem A Capri" de Elizabeth Adler


Quando o magnata inglês Sir Robert Waldo Hardwick morre de forma misteriosa num acidente de viação, deixa uma carta a nomear seis pessoas que suspeita lhe tenham desejado a morte. Daisy Keane e o investigador Harry Montana juntam-se para levar os suspeitos (e outros convidados como manobra de diversão) num fabuloso cruzeiro pelo Mediterrâneo, com todas as despesas pagas pelo falecido Sir Robert. O mistério aumenta à medida que vão aportando em Monte Carlo, Saint-Tropez e Sorrento. E as reviravoltas inesperadas são apenas o princípio.
Por fim, chegam à bela Villa Belkiss em Capri, onde será lido o testamento de Sir Robert... e o assassino desmascarado. Com a beleza da paisagem do Yorkshire, as estâncias do Mediterrâneo e o magnífico iate de cruzeiro, mais a atracção intensa entre o solitário Harry Montana e a desconfiada Daisy, as paixões inflamam-se e o encanto da Villa Belkiss deslumbra.
Ninguém escreve viagens maravilhosas ou suspense como Elizabeth Adler.


sábado, 13 de agosto de 2011

"A Rainha Dos Gelados" de Anthony Capella


Sorvete de romã e champanhe
Mousse de gengibre e pétalas de rosa
Gelado de canela e tarte de maçã
Chocolate: todas as combinações possíveis…
Irão estas iguarias derreter-lhe o coração?

1670. No palácio de Versalhes, que alberga a corte mais elegante do mundo, o jovem Carlo Demirco é famoso pela sua arte de fazer gelados. As suas técnicas trouxeram-lhe riqueza, os favores de Luís XIV e a admiração de todas as mulheres. Todas excepto a que ama: Louise, a dama de companhia de Henrietta, irmã do rei de Inglaterra. Quando Henrietta morre, Louise e Carlo são enviados para Londres como presente para o rei em sofrimento. Chegados a um país de costumes pouco refinados, cujo rei rapidamente se dispõe a seduzir Louise custe o que custar, torna-se claro para ambos que as suas únicas armas serão uma boa dose de diplomacia e quantidades extravagantes de gelo.


«Já ouvi o amor ser comparado a um fogo, mas essa comparação está errada. O amor é como o gelo. Penetra no nosso corpo de forma furtiva.
Quando vi Louise, o mundo parou.
Amava-a, e nunca a poderia ter. Sabia que outro a amava também. Mas ele era rei e eu não. Ele podia tê-la e eu não. O gelo acabaria por deixar o seu coração, mas ficaria para sempre no meu.»

"Frágil" de Judi Picoult



Willow, a linda, muito desejada e adorada filha de Charlotte O’Keefe, nasceu com osteogénese imperfeita - uma forma grave de fragilidade óssea. Se escorregar e cair pode partir as duas pernas, e passar seis meses enfiada num colete de gesso. Depois de vários anos a tratar de Willow, a família enfrenta graves problemas financeiros. É então que é sugerida a Charlotte uma solução. Ela pode processar a obstetra por negligência - por não ter diagnosticado a doença de Willow numa fase inicial da gravidez, quando ainda fosse possível abortar. A indemnização poderia assegurar o futuro de Willow. Mas isso implica que Charlotte tem de processar a sua melhor amiga. E declarar perante o tribunal que preferia que Willow não tivesse nascido...

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

"Mentiras Cruéis" de Nora Roberts


Eve Benedict é a última das grandes deusas do cinema, uma sex symbol de voz sensual premiada com dois Óscares, quatro maridos e uma legião de amantes. Não há segredo ou escândalo que desconheça. Agora, Eve decidiu escrever as suas memórias - revelando tudo e expondo todos. Julia Summers é a biógrafa que Eve escolheu pessoalmente para relatar a sua história. Julia detesta o glamour de Beverly Hills, mas adora o seu trabalho - e o lar que construiu com o seu filho de dez anos que cria sozinha. Como poderia recusar esta oportunidade única? Mas o enteado de Eve, Paul Winthrop, desafiará a determinação de Eve em contar a sua história e a de Julia em preservar o seu coração. E à medida que Julia se apercebe até onde os inimigos de Eve estão dispostos a ir para que as suas memórias não sejam publicadas, também descobre que a deusa do cinema esconde um segredo terrível. Tão terrível que, mais do que mudar a vida de Julia, também lhe pode colocar um ponto final.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

"Cleo" de Helen Brown

"Nós não vamos trazer um gatinho, só vamos ver a ninhada"

Helen estava na casa de uma amiga quando recebeu a notícia: Sam tinha acabado de morrer. Ainda pensou que fosse um familiar distante, mas não - era mesmo o seu filho mais velho. O menino tinha encontrado um pássaro ferido e, numa tentativa de o salvar, correra para o veterinário. Nem viu o carro, não teve tempo: morreu atropelado, à frente do irmão mais novo.


O mundo de Helen Brown começou a ruir. Noites sem dormir, pensamentos suicidas, uma depressão profunda; enquanto, à sua volta, a família se deixava levar pelo desespero, pelas discussões, pela tristeza infinita de perder um ente querido.

Até que um dia bateram à porta. Era uma vizinha, trazia ao colo um gato ainda bebé. Helen já nem se lembrava. Um mês antes tinha ido com os filhos ver uma ninhada, e prometera a Sam que lhe daria a gatinha mais pequena. E ali estava ela, uma impertinente bola de pêlo preto. O seu primeiro impulso foi rejeitar de imediato o pequeno intruso. Mas então viu Rob, o seu outro filho, a acariciar o bichano. E pela primeira vez em muito tempo, viu-o sorrir...

Cleo tinha chegado a casa.